08 | My Bookshelf: Em troca de um coração
Finalmente! Andava desejosa para vos falar deste livro, da autoria de Judi Picoult :)
Chegando ao fim, chegou a altura de vos dar o meu parecer. Pois bem, este era um livro que estava literalmente na minha estante há anos. É verdade, é verdade. Aconteceu que, na altura em que o comprei, há... 3x9-6+3/2x4... há coisa de sete anos (credo pensei que fosse há menos tempo!), comecei a ler a história, mas...
Pois. A coisa não me puxou, desisti dele. Não me perguntei porquê, o mais provável foi ter arranjado outro que na altura me pareceu mais interessante e coloquei este de lado. O que é certo é que passado tanto tempo a ganhar pó na prateleira, lá agarrei nele e adorei! Completamente.
Pois. A coisa não me puxou, desisti dele. Não me perguntei porquê, o mais provável foi ter arranjado outro que na altura me pareceu mais interessante e coloquei este de lado. O que é certo é que passado tanto tempo a ganhar pó na prateleira, lá agarrei nele e adorei! Completamente.
Sinopse: Aceitava realizar o último desejo de um condenado para salvar a vida de um filho? Com uma sensibilidade literária invulgar, Jodi Picoult conduz uma vez mais o leitor a uma encruzilhada moral. Como é que uma mãe concilia a trágica perda de um filho com a oportunidade de salvar a alma de um homem que odeia?
Shay foi condenado à morte por matar a pequena Elizabeth Nealon e o padrasto. Onze anos mais tarde, a irmã de Elizabeth, Claire, precisa de um transplante de coração e Shay, que vai ser executado, oferece-se como dador. Este último desejo do condenado complica o plano de execução, pois uma injecção letal inutilizaria o órgão. Entretanto, a mãe da criança moribunda debate-se com a questão de pôr de parte o ódio para aceitar o coração do homem que matou a sua filha. Picoult hipnotiza o leitor com uma história de redenção, justiça, e amor. (Fonte: Bertrand)
Fala-nos de justiça, de religião, de perdão, de amor e de amizade. Leva-nos a pensar se fosse eu, o que faria? Fiquei completamente rendida. Já vi vários comentários (no goodreads) que não eram muito apelativos à leitura do livro. Eu, estando a estudar na área criminal e uma vez que a parte central da história de desenrola em ambiente prisional... Esqueçam lá isso, fiquei super entusiasmada com isto. Se o livro não fosse meu, decerto que não o teria comprado agora para satisfazer a minha curiosidade quanto ao seu desenrolar. Ainda bem que lhe deitei a mão, outra vez.
Alguém por esses lados que conheça este livro? Ou algum outro da autora, Judi Picoult - também autora do Para a minha Irmã (que também já li e vou reler, agora também passados mil e quinhentos anos).
Só para terminar, «A família não é uma coisa, é um lugar - disse Shay num tom suave. - É onde guardamos todas as recordações.», porque nunca é de mais lembrar.
xoxo, Mia ♥
Só para terminar, «A família não é uma coisa, é um lugar - disse Shay num tom suave. - É onde guardamos todas as recordações.», porque nunca é de mais lembrar.
xoxo, Mia ♥


Comentários
Enviar um comentário