A felicidade é sempre a resposta ♥ O novo anúncio da Coca-Cola
Quem já viu o mais recente anúncio da Coca-Cola? Acredito que este é daqueles que vai dar que falar. Se ainda não viram, sintam-se à vontade.
Ora então, vejamos, nenhuma destas três famílias é considerada "normal" e no entanto são famílias. E não são "anormais".
Comecemos pela primeira,
uma senhora, aparentemente mais velha que tem uma filha pequena. Cada vez mais as mulheres optam por ter filhos mais tarde, quer seja por quererem um emprego minimamente estável ou por quererem progredir nas suas carreiras profissionais. Uma mãe mais velha do que o "normal" - e já agora, o que é isso exactamente - já não serve para o papel? Claro que não funciona assim! As crianças criticam o que lhes é diferente. E por que é diferente? Porque não conhecem, não são ensinadas, incentivadas a aceitar o que é diferente.
uma senhora, aparentemente mais velha que tem uma filha pequena. Cada vez mais as mulheres optam por ter filhos mais tarde, quer seja por quererem um emprego minimamente estável ou por quererem progredir nas suas carreiras profissionais. Uma mãe mais velha do que o "normal" - e já agora, o que é isso exactamente - já não serve para o papel? Claro que não funciona assim! As crianças criticam o que lhes é diferente. E por que é diferente? Porque não conhecem, não são ensinadas, incentivadas a aceitar o que é diferente.
Tal como a menina oriental. É uma família diferente, pelos pais terem adoptado? Claro que não. À partida, quem adopta é porque quer mesmo muito ter um filho, em muitos casos, são famílias que por um ou outro motivo não conseguem conseguem procriar. Onde há amor, há família.
E a última, a mais mediática. Uma família em que os pais são homossexuais. E têm um filho. Escandaloso. Ou talvez não. Duas pessoas que se amam e decidem adoptar. Tal como acontece na família anterior. Não venham com a história de que a criança vai também ser homossexual. Se assim fosse, porque raio os pais o são? Os pais que, à priori, são filhos de um casal heterossexual. Não são doentes nem têm nenhum desvio cerebral ou de ADN. São pessoas, seres humanos que, como tu, têm sentimentos. E seres capazes de amar. Acredito até que amem mais do que os heterossexuais, porque eles têm de se impor e lutar contra tudo e todos para que sejam (minimamente) aceites.
«Ah e tal, não se sabe o que eles querem das crianças», então e quanto aos casais heterossexuais, sabemos o que eles querem das crianças? Ou neste grupo ninguém desconfia de ninguém? É só daqueles que são diferentes, não é assim?
Se estas crianças vão ser gozadas pelas outras na escola? É claro que sim. Se vão ser olhadas de lado enquanto passeiam na rua com as duas mães ou com os dois pais? É óbvio que sim. E vão também ter o apoio incondicional da parte de quem os ama. E vão mostrar-lhes exactamente isso, que são amados. Tal como em qualquer outro tipo de família.
Estas crianças, são o início da mudança. Tal como os filhos de pais divorciados foram aquando dos primeiros divórcios, por exemplo. Estas crianças, vão ter uma mente muito mais aberta, vão ser muito mais receptivas à diferença, àquilo que foge à "normalidade" da sociedade. E talvez sejam até muito mais desejadas do que muitas outras, aquelas que aparecem abandonadas e que são mal tratadas.
Qualquer que seja a diferença, se te faz feliz, então essa é a resposta.
xoxo, Mia ♥

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